Posted by Abel Reis on 21 de junho de 2009 at 11:32 in Pense... | Permalink | Comments (0)
Posted by Abel Reis on 2 de junho de 2009 at 22:47 in Pense..., Vida Digital | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Excelente entrevista da Profa. Ivana Bentes da UFRJ no caderno Mais! da Folha. Trata da extração de valor econômico do exibicionismo a da intimidade pessoal, na cena midiática dos dias atuais. Leitura obrigatória, pois como insinuei em meu post anterior, "brand names" tornaram-se verbos no espaco digital - ou ordens ou ditames ou modos disciplinares (got it baby?). Segue uma das respostas da Profa. Ivana:
PERGUNTA - Pessoas antes quase desconhecidas são alçadas rapidamente à condição de celebridades por conta dos milhões de acessos, casos da escocesa Susan Boyle, de Cris Nicolotti e de Maisa. Qual a importância hoje da internet no processo de criação das celebridades?
BENTES - "Celebridade" talvez seja um nome antigo (coisa do século passado, de mídias "modernas", como cinema e TV) para descrever os processos da visibilidade contemporânea. A internet e o YouTube criaram um novo público, pós-televisivo, um consumidor-produtor superativo, que clica tudo e que vê tudo -sem dúvida é uma nova força. O YouTube é genial porque é o esgoto público das imagens, onde é possível experimentar o que há de mais potente e monstruoso (no sentido positivo e negativo dos excessos e das exceções) na multidão de usuários, sem mediação. Sem o "patrão", como Silvio Santos se apresenta para a menina Maisa no SBT, num dos quadros.
Posted by Abel Reis on 24 de maio de 2009 at 11:57 in Pense... | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
A Time deu matéria sobre mais um desses curiosos serviços que nascem ao redor da espetacularização da vida cotidiana. Bem sintomático do zetigeist: empresas especializadas em atuar, on demand, como paparazzi de gente anônima. Sim, é isso mesmo! Tratamos bem desse assunto no livro TrendZoom publicado pela AgênciaClick em 2008.
Posted by Abel Reis on 15 de março de 2009 at 16:44 in Pense... | Permalink | Comments (1) | TrackBack (0)
Algumas semanas atrás o Estadão soltou uma matéria sobre famílias americanas que encomendam reproduções em tamanho natural, feitas de papel cartão, da imagem de pais, ou de outros familiares queridos, que estão engajados em missões militares no exterior; ou seja, na guerra. Desse modo, filhos menores podem "conviver" virtualmente com seus pais em casa. Isso atenuaria a dor da distância e da ausência.
Lendo essa matéria, pensei: o que é mesmo realidade virtual? Isso me pareceu um "pedaço de vida virtual" incrustrado na vida real. Tem algo de "realidade misturada" (mixed reality), não?
Segue o link da empresa que produz os chamados "flat daddies".
Posted by Abel Reis on 6 de agosto de 2008 at 12:11 in Pense... | Permalink | Comments (1)
Hoje saiu na Folha de São Paulo ótimo artigo que põe em xeque a bizarra "opinião" do cientista James Watson (um dos descobridores da estrutura do DNA) de que, em última instância, os negros seriam naturalmente menos "inteligentes" do que os brancos. Mas melhor do que esse artigo é uma nota que reporta o resultado de teste que uma empresa islandesa fez das origens genéticas do Dr. Watson. Supresa: Dr. Watson tem raízes africanas com incidência de genes dessa origem, 16 vezes superior à média do branco europeu! Elementar meu caro Watson: quem diz o que quer, pode descobrir o que não queria.
Posted by Abel Reis on 16 de dezembro de 2007 at 22:53 in Pense... | Permalink | Comments (2) | TrackBack (0)
Here you have an english version of my original paper (in portuguese) about brands, Second Life and the fictive life. Your comments are welcome.
Posted by Abel Reis on 24 de junho de 2007 at 19:31 in Pense... | Permalink | Comments (0)
Saiu na Trópico: "Second Life é sintoma da nossa vida crescentemente ficcional".
Comentários são bem-vindos.
Posted by Abel Reis on 27 de abril de 2007 at 23:30 in Pense..., Vida Digital, Web/Tech | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Esse final de semana saiu no Estadão uma entrevista do Daniel Dennett, filósofo americano dos bons, sobre as origens das práticas religiosas. Em resumo, o que ele diz é que a religião opera como uma fixação humana, uma espécie de tropismo pelo divino decorrente de uma alucinação primitiva, remota, em nossa evolução. Esse "engano" perpetuou-se e se desenvolveu. E, enfim, deu no que deu. Leiam vocês porque essa é a minha leitura.
Acho a idéia desconcertante. Não concordo em princípio, mas é uma teoria engenhosa talvez aplicável a outras mazelas humanas. Contudo, vendo a foto lado, parece que ele tem alguma dose de razão. Cliquem aqui para entender do que se trata.
Posted by Abel Reis on 21 de janeiro de 2007 at 17:42 in Pense... | Permalink | Comments (1)
Na primeira Piauí tem um pequeno artigo sobre a baiana de acarajé que tem sua barraca montada em frente ao (mega) templo da Igreja Universal "Bispo Macedo" de Deus, em Salvador, Bahia. O que interessa? Três coisas: primeiro a baiana é evangélica. Segundo: os evangélicos ao final do culto da 8 de Domingo param pra comer acarajé e outros deliciosos quitutes em sua barraca. Terceiro: acarajé uma comida típica do Candomblé.
Me fez pensar no esvaziamento simbólico do acarajé que o faz ser um alimento como qualquer outro. Não importam as raízes. É óbvio, certo? Pois é o Brasil sendo pós-moderno à sua moda.
Ah! Leiam a Piauí. Uma luz no miserê intelectual da mídia impressa no Brasil.
Posted by Abel Reis on 18 de novembro de 2006 at 18:10 in Pense... | Permalink | Comments (0)